Estados Unidos da América e sua história

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Os Estados Unidos já foi colônia da Inglaterra. Os britânicos colonizaram a região da costa atlântica, onde foi fundado um total de Treze Colônias que hoje foram os estados americanos. Estas colónias, inicialmente muito diferentes e afastadas politicamente e culturalmente entre si, uniram-se e declararam a sua independência a 4 de julho de 1776.

A História dos Estados Unidos é a história de um país relativamente jovem, sua independência seria reconhecida pelos britânicos em 1783, no Tratado de Paris. O território que atualmente constitui os Estados Unidos fora habitado por índios na época do Descobrimento deste território. Durante o século XVI e XVII, estes territórios foram colonizados pela França, pela Inglaterra, pela Espanha e pela Holanda.

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Como eram dividias as treze colônias americanas

As colônias do Norte, junto com as quatro do centro, tiveram um desenvolvimento muito diferente das do Sul. Nas primeiras, chamadas depois de colônias de povoamento, imperava uma ocupação baseada em pequenas propriedades e colonos livres, inicialmente formada, em grande parte, por refugiados políticos e religiosos.

As colônias do Sul, chamadas depois de colônias de exploração, eram formadas por grandes fazendas de produtos tropicais, cultivados por escravos de origem africana. Essas diferenças explicam o fato do Norte caracterizar-se mais tarde como centro industrial e o Sul permanecer uma região agrícola.

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MOTIVOS QUE LEVARAM A GUERRA PELA INDEPENDÊNCIA

O crescimento do comércio colonial do Norte, que passou a concorrer com a metrópole, levou a Inglaterra a mudar sua política econômica.O Parlamento inglês decidiu aumentar as taxas e os direitos da Coroa na América, para pagar as taxas dos custos da Guerra dos Sete Anos (1756-1763). Esse conflito ocorreu entre os ingleses e franceses pela posse das terras a oeste das treze colônias inglesas.

Em 1.765, foi aprovada a Lei do Selo, que obrigava o seu uso em documentos, livros, jornais, baralhos, etc. Em 1767, a crise eclodiu, com novas taxas sobre vidros, papéis, tintas e a Lei do Chá (TeaAct), que dava o monopólio desse comércio à Companhia das Índias Ocidentais.

Em dezembro de 1773, vários colonos jogaram ao mar todo o carregamento de chá dos navios da Companhia das Índias que estavam ancorados no porto de Boston. O episódio ficou conhecido como “Festa do Chá de Boston”.

Em 1774, como represália à manifestação ocorrida em Boston. O governo inglês decretou os Atos Intoleráveis, entre elas a interdição do porto de Boston até ser paga a indenização pelo chá destruído.

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A independência dos EUA

O clima de insatisfação e revolta contaminou muitos dos colonos, inclusive alguns que antes não estavam a favor do choque com a coroa inglesa. Entre os líderes, estavam os nomes de Thomas Jefferson, Samuel Adams, Richard Lee e Benjamin Franklin, que organizaram na Filadélfia, em abril de 1775, o Primeiro Congresso Continental, onde foi elaborada a declaração de direitos sob inspiração iluminista. Em 10 de abril de 1775, ocorreu o primeiro combate em Lexington entre tropas reais e milícias de colonos. Outros combates ocorreram em Concord e Bunker Hill.

No ano seguinte, em 04 de julho de 1776, houve o Segundo Congresso Continental, em que foi redigida a Declaração de Independência e houve a criação do exército colonial, que enfrentou com mais propriedade o exército inglês. Nos anos que se seguiram, as batalhas vencidas pelos colonos americanos, sobretudo após a ajuda de espanhóis e franceses, acabaram por solidificar a autonomia dos EUA.

O sonho americano

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O termo sonho americano faz parte da cultura dos Estados Unidos, representando o sucesso em todas as áreas da vida. É o padrão de vida perfeito, parte do simbolismo do “novo mundo”, onde qualquer pessoa de diferentes origens e segmentos pode alcançar o status tão desejado. Muitos conseguiram escapar de locais onde os governos eram totalitários e viram nos EUA uma terra cheia de oportunidades, onde seus sonhos poderiam ser realizados.

A própria Declaração da Independência dos Estados Unidos diz que todos os homens são criados iguais e que a todos são inalienáveis os direitos à vida, liberdade e busca da felicidade. Tudo isso demonstra que o sonho americano tem raiz na própria história americana.

Walt Disney saiu de uma fazenda em Marceline, no Missouri, para se tornar um marco cultural. Ele definiu a cidade de Orlando como uma potência turística de ordem mundial. O seu exemplo serve para ilustrar que, com capacidade inventiva e esforço, as oportunidades aparecem independentemente da origem de cada um.

Isso é muito pregado em terras americanas, é a tão falada meritocracia. A busca por seus sonhos está em suas mãos, basta encontrar e saber aproveitar as possibilidades que estão em diferentes setores da economia americana.

A atual situação do país das oportunidades

Os Estados Unidos, um dos países mais ricos do mundo e considerado “terra de oportunidades”, está rapidamente se tornando campeão de desigualdades, de acordo com o relator especial das Nações Unidas para a pobreza extrema e os direitos humanos, Philip Alston.

“ O sonho americano está rapidamente se tornando à ilusão americana, enquanto os EUA têm agora a menor taxa de mobilidade social de todos os países ricos”, disse o especialista independente nomeado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Fonte do artigo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_dos_Estados_Unidos
https://www.todamateria.com.br/independencia-dos-estados-unidos/
http://www.vitoriarealty.com/blog/o-termo-sonho-americano/
https://nacoesunidas.org/sonho-americano-esta-rapidamente-virando-ilusao-diz-relator-da-onu/

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